Cases - Vitórias, Fatos e Resultados

Funciona para nossos clientes, funciona para você

Leilão Suspenso
+ Indenização de R$244 mil

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CLIENTE EVITA PERDER IMÓVEL DE R$ 12 MILHÕES EM LEILÃO

Entenda como o nosso escritório evitou que o banco tomasse o patrimônio familiar

O casal de idosos, após firmar um empréstimo pessoal de R$ 3,3 milhões, viu seu único imóvel residencial – avaliado em R$ 12 milhões e dado em garantia fiduciária – ser colocado em leilão extrajudicial por apenas R$ 4,3 milhões, marcado para 22/12/2025.

A Estratégia que ninguém conhece

Nosso escritório, procurado pelos idosos, observou que enquanto muitos profissionais focam apenas na defesa técnica, aplicou um método estratégico de antecipação dos movimentos da parte contrária, após identificar padrões de comportamento documentados.

Assim, no Processo nº 4043925-98.2025.8.26.0002/SP, da 16ª Vara Cível de Santo Amaro/SP, não apenas conseguimos suspender o leilão e evitar um dano irreparável, mas também demonstrar a responsabilidade da instituição financeira que, agora, terá que indenizar os idosos em R$ 244 mil.

O caso, não é sobre ganhar uma ação, mas sobre manter uma história, a dignidade, um legado familiar. 

E você, confiaria o seu patrimônio e o seu legado a qualquer um?

Jogue com domina o jogo! Não contrate um escritório. Tenha um parceiro estratégico ao seu lado.

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CONSUMIDORA ANULA FRAUDE DE R$ 335 MIL EM FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO.

O SEGREDO QUE AS CONSTRUTORAS NÃO QUEREM QUE VOCÊ SAIBA.

Você já se sentiu enganado em um contrato de financiamento imobiliário?

O caso se desenrolou no processo nº 1022572-83.2024.8.26.0068, que tramitou na 6ª Vara Cível de Barueri/SP, quando uma bióloga, buscando realizar o sonho da casa própria, assinou um contrato de R$ 335 mil que, mais tarde, viria se tornar em parcelas intermináveis, resultado no final em dobro desse valor.

A Manobra Que Poucos Identificam

Nosso escritório, procurado pela cliente para revisar o contrato, identificou que a construtora e o banco haviam utilizado uma manobra fraudulenta no contrato, que possibilitou a cobrança de juros, atualizações e encargos ilegais, que estavam camuflados nas parcelas.

A Leitura Do Que Ninguém Lê

Nosso escritório, após analisar o caso, agiu imediatamente e, não apenas conseguiu anular a ação fraudulenta, mas também a construtora foi obrigada a devolver mais R$ 104.000,00, em DOBRO, para o cliente. O que resultou, no final, na diminuição do valor do imóvel que saiu por menos de R$ 133.000,00. 

Sua Escolha Hoje Define Seu Patrimônio Amanhã

O caso acima não é exceção – é regra. Já realizamos mais de 1000 revisões contratuais apenas em 2025. Sabemos o que fazer e agimos. Afinal, somos vencedores, e os vencedores não esperam o problema se agravar, agem quando ainda há tempo.

Anulação da Ação Fraudulenta
+ Devolução de R$ 104 mil em DOBRO
Usucapião Conquistado
Tranquilidade Patrimonial

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O CLIENTE ADQUIRE A PROPRIEDADE LEGAL DE IMÓVEL APÓS VIVER NELE POR 5 ANOS.

Imagine viver em um imóvel por anos, investindo cada recurso e memória, e ainda assim não ser dono dele. Pior: saber que a qualquer momento tudo pode ser perdido. Esse drama foi evitado para esta cliente.

O Caso:

A cliente, que nos procurou, possuía um imóvel que foi adquirido por um contrato de gaveta. Mas o registro estava em nome de terceiros distantes e, por isso, corria o risco de perder o bem.

Nesse contexto, o movimento estratégico utilizado pelo escritório, após identificar e corrigir falhas, foi a ação de usucapião nº 1004182-19.2023.8.26.0127, que tramitou na  3ª Vara Cível de Carapicuíba/SP, que resultou na reconhecimento do direito dela, e trouxe tranquilidade patrimonial.

Erro Fatal Que 99% das Pessoas Cometem

As pessoas, geralmente por desconhecer, acham que viver no imóvel por muito tempo é suficiente para garantir algum direito.

Isso não é verdade, pois sem regularizar, a pessoa não tem o direito sobre o bem, e pode ser expulsa a qualquer momento, por não ser a proprietária, mas mera possuidora.

Fechamento

Se você leu até aqui, já descobriu que o nosso escritório pode não ser a sua única escolha, mas com certeza é a melhor. Afinal, a gente conhece o sistema.

Se você se identifica com essa história, ou quer regularizar o seu imovel para ter tranquilidade e segurança, fale com a nossa equipe.

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VEREADORA É CONDENADA A INDENIZAR FAMÍLIA POR DISTRIBUIR FAKE NEWS NAS REDES SOCIAIS

Entenda como uma família silenciou uma campanha de ódio digital que atingia a sua honra.

O Caso:

A família procurou o nosso escritório porque uma influente pastora e vereadora usou seu poder político e religioso para lançar uma campanha de difamação brutal nas redes sociais, disfarçado de testemunho religioso, contra uma família.

O Erro que os Vencedores Evitam

Acreditar que a “liberdade de expressão” protege discursos de ódio e achar que remover conteúdo das plataformas basta para evitar a responsabilização.

Nossa Estratégia:

Nossa nossa equipe, depois de analisar o caso, estrategicamente atacou a raiz do problema: o palco do agressor, em vez de se limitar ao pedido indenizatório.

Assim, no Processo 1001578-89.2024.8.26.0082, que tramitou na 2ª Vara Cível de Boituva/SP, a influencer não apenas foi condenada a indenizar os clientes em R$ 120.000,00, mas também a remover os vídeos do YouTube, Kwai, Facebook e Instagram, e a foi obrigada a se retratar publicamente nas mesmas plataformas onde ofendeu.

Esse caso não é apenas sobre processo, mas sobre como você decide ser tratado pelo mundo.

A escolha é sua: ser vítima ou se tornar o próximo case de sucesso, com quem domina as regras do jogo.

Indenização de R$ 120 mil
+ Remoção dos vídeos de todas plataformas
Conquista Completa
Restituição + Multa de 30%

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VÍTIMA DE FRAUDE EM INVESTIMENTO DE CRIPTOMOEDAS RECEBE R$ 127 MIL DE INDENIZAÇÃO

Você já se sentiu enganado, com seu dinheiro sumindo em promessas de rentabilidade milagrosa? Você não está só.

O conto do investimento em Cripto que se tornou um pesadelo

Uma cliente, nos procurou porque investiu R$ 50 mil em um contrato de locação de criptoativos, sob promessa de rendimento de 3% a 10% ao mês.

A empresa, que era uma fachada, depois que recebeu os valores, passou a criar desculpas e dizer que ela violou os termos do investimento e que, para ter acesso aos valores, precisava fazer um upgrade, se tornar VIP, até que depois simplesmente sumiu, deixando a cliente sozinha no prejuízo.

Aguardar é o erro fatal que 99% das vítimas cometem:

O tempo não é aliado das vítimas nesses casos, pois normalmente quem aplica esse tipo de golpe, assim que recebe os valores, se desfaz da empresa e do patrimônio da vítima.

Assim, se você esperar ou negociar com golpistas, acreditando em novas promessas, estará fazendo o jogo deles.

A estratégia que virou o jogo em 30 dias

Esses casos, nunca são só sobre criptomoedas, mas sobre padrões, que muitas vezes são ignorados pelas vítimas e, claro, também por quem não domina as regras do jogo.

A nossa equipe imediatamente, após identificar uma série de situações, em vez de discutir cláusulas como a maioria faz, adotou uma postura de constrição de bens, com bloqueio imediato de veículos, bens e valores dos fraudadores, antes do processo seguir, para evitar  o ganha, mas não leva.

Afinal, não adiantaria de nada ter ganhado o processo e, no fim, não receber nada, pois os fraudadores não teriam como devolver os valores. 

Motivo pelo qual, antes de discutir a lei, nós desmontamos o esquema, por meio do processo 1001433-76.2025.8.26.0606, que tramitou na 5ª Vara Cível de Suzano.

Isso mudou tudo, pois possibilitou que a cliente recuperasse seus R$ 50 mil investidos, e ainda ganhasse mais 77 mil reais de compensação.

Por que somos a melhor opção?

Por que sabemos que a diferença não é de esforço. É de nível, estratégia e expertise.

A gente sabe, o cliente também, qual o problema dele, não precisamos repetir os efeitos disso como a maioria faz, para mostrar um domínio que não tem.

Contrário, não precisamos dizer o direito para o cliente, ele já sabe; faz do direito uma ferramenta útil de conquista para o cliente. Em qual nível você quer jogar?

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BANCO FOI OBRIGADO A PAGAR R$ 26 MIL A CLIENTE POR GOLPE DO MOTOBOY

Os bancos sempre dizem que golpes são “culpa do cliente”? Será que é assim? Vamos descobrir…

A Fraude:

Um entregador apareceu para cobrar uma taxa R$ 8,00 de frete. Mas, após a vítima inserir seu cartão e senha na maquininha, em vez desse valor foi cobrado R$ 9.999,99 em sua conta.

A vítma, ao descobrir a fraude, entrou em contato com o banco, que alegou que a “culpa era exclusivamente da vítima e que a operação foi realizada com o uso de cartão com senha”.

O “Pulo do Gato” Que Reverteu o Caso:

A vítima, sozinha e sem saber o que fazer, nos procurou e, imediatamente, nossa equipe adotou uma postura proativa, com a estratégia de não focar na fraude, mas na falha de segurança do sistema, por meio do processo nº 1004344-53.2023.8.26.0405, que tramitou nas pequenas causas (Juizado Especial Cível de Osasco).

Isso porque, em situações como estas, o banco tem o dever de verificar se as transações atípicas estão fora do perfil comum de uso do cliente, bloquear as contas fraudulentas e alertar, deveres que o banco não cumpriu.

Além disso, nesses casos, não importa quem digitou a senha – importa quem falhou na segurança e, se o golpe era previsível, a falha do banco se torna inaceitável.

A Vitória Que Parecia Impossível

Após nossa equipe mostrar todo esse padrão de falha, o Tribunal de Justiça de SP acatou a nossa tese e condenou o banco a pagar R$ 26 mil reais à vítima.

Quer ser o protagonista da história de sucesso?

Você precisa entender que se não agir com a estratégia correta, será mais um na estatística. Afinal, a recompensa financeira é apenas uma parte; a outra é o restabelecimento da sua dignidade.

Escolha quem tem a coragem de tratar seu caso não como um problema, mas como uma causa vencedora.

Banco com Falha de Segurança
Indenização de R$ 26 mil
Entrega de uma Moto Zero KM
+ Indenização de R$ 25 mil

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CONSÓRCIO DE VEÍCULO E SEGURADORA SÃO CONDENADAS A PAGAR 25 MIL A CLIENTE POR CANCELAMENTO INDEVIDO

Consórcios e seguradoras contam com a sua desinformação, pois eles sabem que a maior parte das pessoas deixa dinheiro, bens e direitos morrerem junto com o contrato cancelado.

O Caso:

Em 2023, um casal em luto descobriu, por acaso, que o consórcio havia cancelado o contrato do filho deles, falecido em 2019, por falta de pagamento, sem devolver absolutamente nada do que foi pago.

O casal de idosos, não queriam ser só mais um, então em vez de desistir, com muito acerto, nos procurou para afastar mais uma injustiça.

A estratégia do caso:

Nossa equipe, após encontrar nos contratos e nas ações inúmeras falhas escondidas, se aproveitou disso para transformar a astúcia da concessionária e da segurada em uma estratégica arma jurídica para os clientes.

Assim, nos autos do processo nº 1036259-23.2023.8.26.0405, que tramitou na 1ª Vara do Juizado Especial Cível de Osasco/SP, o tribunal acatou as nossas estratégias e condenou as empresas a entregar uma moto zero quilômetro e indenizar os clientes R$ 25 mil. Tudo sem custos.

Esse caso não é sonho. É a rotina dos clientes do Araújo Sociedade de Advocacia. Afinal, não se trata só de aplicar a lei, mas de investir em um escudo patrimonial e mental.

Agora você sabe o segredo, vai deixar as empresas ganharem às suas custas, ou vai investir no seu próprio poder de reverter as coisas, e assumir as rédeas?

Nosso propósito é avançar, ajudando a mudar histórias!